Bem Vindos!

Querido(a) Visitante,

Desde já agradeço sua visita e aproveito para chamar atenção da existência de uma enquete nesse Blog que gostaria muito que respondessem, ok?
Ahhh e não deixem de fazer suas "colocações"!
Forte Abraço,
Carlo M. Cunha

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O Melhor

...[o pior é saber que pode ficar pior
mas vamos esquecer isso
que pior é falar do pior
sem que ele tenha acontecido]...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

E enfim


Enfim perdido, e era tudo que precisava
Estar aqui no meio de tantos amores
Serenos seres de feições suaves
Cadeiras, lenços e flores
Simpatia de poucos ardores
Simplicidade estampada em gestos
Cores empunhadas em panos
Partideiros em busca do Todo
E assim se foram todos os amores
Simples, intrigantes e modestos
Saias de poucas rendas
Sandália de pouco salto
Sorriso a perder de vista
Vasto sonho de poucos amores
E enfim perdido, e era tudo que precisava.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

ErneSto CapiXaba


Simpático, honesto
Sempre em cena
Em busca do trabalho certo
Esse era Ernesto
Dia após dia no silêncio
Tentando, quando não atravessado
Sentido engessado, cansado de certezas
Pronto pra festas e festejos
Importava circos nunca vistos
Sentir aqueles nunca sentidos antes
Palcos poucas vezes armado
Instantes embaraçantes
Braços abertos e o lúdico
Intrigante! intrigante!
Firme e entrelaçado em cantos
Mesmo que em prantos
Por cantos nunca visto
Instantes, mesmo que ainda não tão intrigantes
Lá estava Ernesto
Só, mas honesto

domingo, 25 de maio de 2008

Vestidos


Vestidos de noivas desnudas
Presentes por cantos de um bar
Almas que perambulam nas ruas
Latrinas
Crias da imaginação
Inspiração entre pias
Dias de uma psicóloga
Recitos e cantorias
Inspirações
Aspirações

sexta-feira, 28 de março de 2008

Chão


Chão tu que suportou meu corpo e meus passos
De tanto buscar em vão a solução da perda

Chão tu que suporta meu corpo caído aos prantos
Tempo perdido e em vão se foi devagar

Chão tu que contaste cada segundo que ali estava
Não vi que de tanto tentar ver em ti me perdi

Chão tu que ao longo dos anos percorreu nossos caminhos
Passei por corredores escuros e pude ver que sua sombra continuava ali

Chão tu que de longe foi o que mais me acompanhou
Parecia tão efêmera a lágrima solitária na pele parda

Chão tu que refletiu meu rosto e agora perdi o chão